Delhi
A síntese das tradiçõesO Templo de Lótus, o complexo de Akshardham, o Qutub Minar e o Langar sikh — onde todos sentam juntos no chão para partilhar a mesma refeição.
A Viagem
AÍndia é, antes de tudo, uma terra de devoção, uma terra sagrada. Em cada templo, em cada margem de rio, em cada mantra entoado ao entardecer, revela-se uma forma diferente de amar o sagrado.
Nossa viagem foi pensada como uma peregrinação por esses caminhos. Não vamos ver a Índia de fora: vamos atravessá-la no ritmo de quem busca e sabe que o que se procura raramente aparece com pressa.
O roteiro foi montado para ir se aprofundando. Começa pela grandiosidade dos impérios que ergueram templos e palácios, passa pela ciência antiga que mediu os ciclos do céu em Jaipur, alcança as águas do Ganges e encara a vida e a morte lado a lado em Varanasi e termina em Adyar, onde a devoção se faz serviço.
Um ritmo pensado para que todos cheguem bem ao último dia, com energia para aproveitar cada um deles.
Não é preciso entender a Índia para se encantar com ela.
”Cinco etapas
Cada cidade revela uma face distinta da devoção indiana. Juntas, compõem um mosaico de rara profundidade — em vinte e um dias, sem correria.
O Templo de Lótus, o complexo de Akshardham, o Qutub Minar e o Langar sikh — onde todos sentam juntos no chão para partilhar a mesma refeição.
O Taj Mahal ao nascer do sol, quando a luz dourada revela a precisão da geometria sagrada. E o Forte de Agra, em arenito vermelho.
O observatório Jantar Mantar e seus instrumentos de pedra, o Forte de Âmbar com o Salão dos Espelhos, e o templo Galta Ji entre as colinas.
Os ghats sagrados ao nascer do sol e Sarnath, onde Buda proferiu o primeiro sermão. A cidade que não teme a morte, pois a vê como passagem. É aqui que o grupo passa o Natal.
Em Chennai, a Grande Figueira, a Biblioteca de Adyar e o Museu Blavatsky. E a 151ª Convenção Internacional, na virada do ano.
Com excursões opcionais a Mamallapuram e a Tiruvannamalai, aos pés da montanha sagrada de Arunachala.
Roteiro
De 15 de dezembro a 6 de janeiro. Uma atividade principal por dia e as tardes livres. O roteiro vai se aprofundando: começa pela grandiosidade dos impérios, passa pelas águas do Ganges e termina no silêncio de Adyar. As duas festas do fim do ano estão dentro da viagem.
Embarque em Guarulhos à 01h30, pela Ethiopian Airlines, com escala em Addis Ababa. Recomenda-se descanso durante o voo para atenuar o fuso.
Pouso às 08h05. Traslado privativo ao hotel. O dia inteiro reservado ao descanso e à aclimatação. O fuso indiano está 8h30 à frente de Brasília, e dezembro em Delhi fica entre 5 °C e 20 °C.
Templo de Lótus, o santuário bahá'í em forma de flor, símbolo da unidade das religiões, e de acesso plano, sem degraus. À tarde, o complexo de Akshardham. Depois, livre.
Pela manhã, o Forte Vermelho e o Qutub Minar, o mais alto minarete de tijolos do mundo. À tarde, o Langar no Gurudwara Bangla Sahib: a cozinha comunitária sikh onde todos comem sentados no chão, lado a lado, sem distinção de ninguém.
A mesquita Jama Masjid e um passeio de rickshaw pelos becos de Chandni Chowk, o mercado que funciona no mesmo lugar há quatro séculos. Tarde livre.
Descanso, compras ou passeio por conta. É também o dia de folga reservado no roteiro, para o caso de algum ajuste de última hora.
Saída cedo de Delhi pela Yamuna Expressway, cerca de 3h30 de ônibus. Visita ao Taj Mahal com carrinhos elétricos, que reduzem a caminhada, e ao Forte de Agra. Pernoite em Agra, porque ninguém volta na estrada depois de um dia assim.
Cerca de 4h de viagem rodoviária até a Cidade Rosa. À tarde, um passeio leve pelos bazares de tecidos estampados à mão e joalherias.
O Jantar Mantar, observatório de instrumentos de pedra que mediam os ciclos do céu no século XVIII. O City Palace e a fachada do Hawa Mahal. À tarde, o Forte Amer, com subida de jipe.
Pela manhã, o Templo Galta Ji, o Templo dos Macacos, encravado numa garganta de pedra. À tarde, voo para Varanasi com conexão em Delhi.
O dia começa cedo, com o passeio de barco privativo pelos ghats, Dashashwamedh, Manikarnika e Assi, tudo observado da embarcação, sem escadarias. À tarde, um concerto de música clássica indiana de sitar e tabla, privativo para o grupo, às margens do rio.
Há previsão de uma reunião do grupo para a celebração do Natal. O local será definido durante a viagem.
Pela manhã, o Kashi Vishwanath e ashrams locais. Ao entardecer, o Ganga Aarti: sacerdotes erguem lamparinas de fogo diante do rio, todos os dias, há séculos.
De manhã, Sarnath, onde Buda deu seu primeiro sermão, terreno plano e acessível, com o Dhamek Stupa e o museu arqueológico. À tarde, visita à Blavatsky Lodge, a filial da Sociedade Teosófica em Varanasi, para confraternização e meditação.
Voo de Varanasi a Chennai e traslado direto para Adyar. A partir daqui o grupo fica no mesmo lugar por nove noites. Acabam as malas e os deslocamentos.
Dia livre para conhecer os 105 hectares de Adyar no próprio ritmo: a Grande Figueira, a Biblioteca com seu acervo raro, os templos. Excursão opcional a Mamallapuram, com seus templos monolíticos tombados pela UNESCO.
Descanso antes do início da Convenção, ou a excursão opcional a Tiruvannamalai, ao pé da montanha Arunachala, onde fica o ashram de Ramana Maharshi.
As Preces das Religiões, o acender da lâmpada, a invocação e as saudações vindas do mundo inteiro. Só então o Presidente Internacional declara a 151ª Convenção aberta.
À noite, a virada do ano dentro do campus, entre pessoas vindas da Índia, das Américas, da Europa, da África e da Oceania. É difícil imaginar um lugar melhor para começar 2027.
Discurso presidencial com o balanço do ano da Sociedade no mundo, palestras públicas e as primeiras rodas de conversa. Assentos reservados para o grupo.
Palestras, diálogos e oficinas. Cerimônias nos templos do campus. As tardes têm intervalos longos, e é neles que as conversas acontecem.
Programação oficial, sessões temáticas e a noite cultural, com apresentações de música e dança das delegações.
Últimas sessões, a meditação global e a palestra do Presidente Internacional. Ao fim da tarde, o encerramento solene.
Manhã de descanso e, à tarde, a roda de reflexão do grupo nos jardins de Adyar, junto à Grande Figueira, para integrar o que foi vivido nos últimos vinte dias.
Traslado ao aeroporto de Chennai e voo para Delhi. Partida de Delhi às 02h25 e chegada a Guarulhos às 16h00, no mesmo dia.
As atividades dentro do campus da Sociedade Teosófica em Adyar são coordenadas por Otavio Marchesini. Horários de voos estão sujeitos a confirmação pela operadora local.
O ponto alto da travessia
A viagem termina em Adyar, onde a Sociedade Teosófica tem sua sede internacional desde 1882. Todo fim de ano, desde 1883, gente de dezenas de países se reúne ali por cinco dias de palestras, cerimônias e conversas. Em 2026 será a 151ª vez.
Um Novo Amanhecer: despertar para a harmonia num mundo em transformação A New Dawn: Awakening to Harmony in a Changing World
150ª
O retrato do grupo na abertura da Convenção passada, em dezembro de 2025
A abertura é a mesma há mais de um século: as Preces das Religiões, o acender da lâmpada, a invocação e as saudações vindas do mundo inteiro. Só então o Presidente Internacional declara a Convenção aberta.
Depois vêm o discurso presidencial, com o balanço do ano da Sociedade no mundo inteiro, as palestras, os diálogos, as oficinas e as cerimônias nos templos do campus.
As palestras e as sessões oficiais tomam boa parte dos dias. Mas quem já esteve lá costuma dizer que o que fica são os intervalos — o chá, o café, as refeições no Bhojanasala, as conversas que começam numa fila e terminam com endereços trocados.
Gente da Índia, das Américas, da Europa, da África, da Ásia e da Oceania, num lugar só.
A Convenção abre no dia 31 de dezembro. Quem está no grupo vira o ano dentro do campus, entre pessoas vindas do mundo inteiro pelo mesmo motivo.
É difícil imaginar um lugar melhor para começar 2027.
Qualquer pessoa, membro da Sociedade ou não. A Convenção é a programação do grupo nesses dias e todos estão inscritos, mas ninguém é obrigado a assistir a tudo.
O que é restrito a membros é apenas dormir dentro do campus, e é por isso que há dois cenários na seção de investimento.
A Convenção é o ponto alto da viagem e todos do grupo estão inscritos, ainda que ninguém seja obrigado a assistir a tudo. O que muda de uma pessoa para outra é onde cada um dorme nesses dias, e aí há dois caminhos. A inscrição é individual e feita direto com a Sociedade. A coordenação acompanha cada participante nesse processo.
Só membros da Sociedade Teosófica podem se hospedar no campus. É regra da instituição. São três alojamentos, e cada um escolhe o seu no formulário de inscrição. Os valores cobrem de 30 de dezembro a 5 de janeiro e já incluem a taxa de inscrição e todas as refeições.
O grupo chega em Adyar no dia 28 e sai no dia 6, então somam-se três diárias extras, de cerca de USD 20 a 25 cada, também com refeições.
Não é preciso ser membro de nada. Você assiste a tudo e entra em todas as sessões. A única diferença é onde você dorme. As refeições podem ser feitas nas cantinas do campus, pagando à parte.
A hospedagem já vem resolvida no pacote da viagem. É o Cenário B da seção de investimento, com nove noites em hotel próximo contratadas pela operadora.
Os quartos do campus são poucos e distribuídos por ordem de inscrição. Quem quer dormir lá dentro precisa se inscrever agora, sem esperar o grupo fechar: são duas coisas independentes, e quem espera perde o quarto sem perder a viagem. Depois de 30 de novembro não há mais alojamento, só inscrição.
Uma coisa que vale saber antes de escolher: quem pede alojamento no campus só é avisado se conseguiu até 15 de dezembro, por e-mail, que é o dia do embarque. Quem não for contemplado tem o valor devolvido depois da Convenção e fica no hotel com o resto do grupo. É por isso que o Cenário B não é um plano ruim: ele não depende dessa fila.
Atenção: são duas inscrições diferentes. A da viagem é feita com a coordenação, aqui mesmo pelo WhatsApp. Já a da Convenção é individual, feita por você direto com a Sociedade Teosófica, no site dela. Uma não substitui a outra, e a da Convenção é a que tem fila.
O formulário da Convenção, com ou sem alojamento no campus, fica em convention.ts-adyar.org e as dúvidas vão para convention@ts-adyar.org. O pagamento dela é feito na chegada, em cartão Visa ou Master. A Sociedade não aceita dinheiro em espécie.
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Para quem fica no Brasil: a Sociedade transmite o programa inteiro ao vivo, de graça e sem inscrição, no canal Theosophical Society Adyar no YouTube.
Como viajamos
Antes de pedir orçamento a qualquer operadora, a coordenação escreveu um protocolo de exigências para grupos com mais de 60 anos. É ele que está resumido abaixo, e foi com ele na mão que a viagem foi contratada. Em solo indiano, quem conduz o grupo dia a dia é o guia local com o gerente de viagem da operadora.
Ninguém carrega mala. Em momento algum.
Carregadores em todos os pontos: aeroportos, estações e hotéis. Ninguém deve levantar, puxar ou arrastar mala em momento algum. Cada participante fica só com uma bolsa de mão leve.
Ônibus Volvo Premium ou similar, com poltronas reclináveis, suspensão independente e banheiro a bordo, o que elimina a ansiedade das paradas de emergência nas estradas indianas. Em Varanasi as ruas são estreitas demais para ônibus grande, e ali o grupo anda em Tempo Traveller, uma van executiva com ar-condicionado.
Uma atividade principal por dia, de preferência pela manhã. Tardes livres para descanso ou leitura. Nada começa antes das 8h nem termina depois das 18h. A única exceção é o Ganga Aarti.
Recomendamos os jantares nos restaurantes dos hotéis, onde o controle de higiene é rigoroso. Nível de pimenta zero ou suave para todo o grupo, as preferências de tempero e as restrições alimentares são informadas com antecedência a todos os restaurantes, e há água mineral lacrada nos deslocamentos.
O guia local confere com 48 horas de antecedência os recursos de cada atração. Cadeiras de rodas onde disponíveis, veículos elétricos no Taj Mahal e transferência de jipe no Forte de Âmbar.
Seguro viagem obrigatório com cobertura mínima de USD 100 mil. A operadora entregou o mapeamento de hospitais dia a dia, com os nomes de cada um por trecho de passeio, de Delhi a Adyar. O guia leva termômetro e oxímetro, e mantém a lista de contatos de emergência de cada participante.
A Karwingz confirmou item por item, por escrito: carregadores durante toda a viagem, ônibus Volvo com banheiro a bordo entre Delhi, Agra e Jaipur, veículo menor em Varanasi por causa das ruas estreitas, água mineral nos deslocamentos, preferências de tempero e restrições alimentares informadas antecipadamente a todos os restaurantes, e hotéis de 4 e 5 estrelas em todo o roteiro.
O mapeamento de hospitais veio junto: são quinze dias de roteiro com os hospitais de emergência nomeados um a um, por trecho de passeio. Apollo em Delhi, Fortis Escorts em Jaipur, o Trauma Centre da BHU em Varanasi, MGM Healthcare Malar ao lado do campus de Adyar. A coordenação tem o documento e pode mostrar a quem pedir.
O ritmo é tranquilo, mas a Índia é a Índia. Há embarque em barco nos ghats de Varanasi, um passeio de rickshaw pelos becos de Chandni Chowk, alguns trechos de estrada de três a quatro horas e três voos domésticos. Nada disso exige preparo físico especial — apenas disposição para caminhar devagar e subir alguns degraus com apoio.
Investimento
Não há sinal, taxa de reserva nem valor escondido. Abaixo está a composição completa do investimento, item por item — inclusive o que não está incluído no pacote. Os valores estão sendo refeitos para o roteiro novo de 21 dias.
Nove noites dentro do campus e a inscrição na 151ª Convenção, pagas diretamente à instituição. O valor varia conforme o alojamento escolhido, de R$ 28.660 na Acomodação Básica a R$ 30.088 no Leadbeater Chambers. As refeições em Adyar estão incluídas.
Só membros da Sociedade Teosófica podem dormir dentro do campus. É regra da própria instituição, não nossa, e o número de quartos é limitado. Quem não é membro escolhe o Cenário B.
Para quem não é membro da Sociedade, ou prefere mais conforto. Nove noites em hotel próximo, contratadas junto com o pacote. O transporte diário até o campus não está incluído — fica por conta de cada participante.
Aberto a todos. A Convenção pode ser acompanhada por qualquer pessoa; só a hospedagem no campus é restrita a membros.
O grupo precisa alcançar vinte pessoas. Não é burocracia: a partir de vinte, o pacote terrestre cai de USD 2.649 para USD 2.449 por pessoa. São mil reais a menos — e não só para quem entra por último, mas para todo mundo.
No campus, o valor depende do alojamento. A Sociedade oferece três, com preços bem diferentes entre si — por isso o Cenário A aparece como faixa. Quem escolhe é cada participante, na hora de se inscrever na Convenção. As três opções, com os valores e os prazos, estão na seção da Convenção.
Os valores abaixo são para quarto duplo compartilhado, que é o padrão. Quem prefere quarto individual, ou quer dividir em três, encontra as duas opções logo depois da tabela.
Os valores em dólar serão convertidos pela cotação vigente na data do pagamento. Recomenda-se prever uma margem de 5% a 10% para variação cambial.
Por pessoa, para a jornada completa de 21 dias. Os itens são estes; os valores chegam com o orçamento novo.
| Item | USD | Reais |
|---|---|---|
| Passagem aérea internacional Guarulhos–Nova Delhi pela Ethiopian Airlines, ida e volta, com escala em Addis Ababa. Contratação individual. Referência de agosto de 2026. | 1.752 | R$ 9.097,96 |
| Pacote terrestre Karwingz Hospedagem em quarto duplo, em hotéis de 4 e 5 estrelas, com café da manhã, traslados e passeios em veículo privativo, ingressos e guias. Valor para grupo a partir de 20 pessoas; entre 16 e 19 sobe para USD 2.649. | 2.449 | R$ 12.717,41 |
| Voos domésticos na Índia Jaipur–Varanasi (USD 212), Varanasi–Chennai (USD 236) e Chennai–Delhi (USD 185). | 633 | R$ 3.287,11 |
| Adyar · Cenário A (campus) Pacote da Convenção de 30/12 a 05/01, conforme o alojamento: Básica USD 200, New Quadrangle USD 300, Leadbeater USD 460. Mais três diárias extras, a USD 20 a 25 cada. Inscrição e refeições já inclusas. Somente para membros. | 260 a 535 | R$ 1.350 a 2.778 |
| Adyar · Cenário B (hotel) Nove noites em hotel próximo, pela Karwingz (USD 730), mais a inscrição na Convenção paga à Sociedade (USD 85). Aberto a todos. | 815 | R$ 4.232,21 |
| Refeições não incluídas Café da manhã está no pacote. Almoços e jantares por conta, a cerca de USD 15 por dia. No Cenário A são só os 12 dias fora de Adyar, porque no campus as refeições entram no pacote; no Cenário B, os 21 dias. | 180 ou 315 | R$ 935 ou 1.636 |
| Seguro viagem (obrigatório) Cobertura médica mínima de USD 100 mil, por 23 dias. Estimativa — o valor varia com a idade e a seguradora. | 130 | R$ 675,08 |
| Gorjetas Motoristas, guias e carregadores. Valor sugerido pela coordenação para toda a viagem. | 90 | R$ 467,36 |
| Visto eletrônico (e-Visa) Taxa do governo indiano, fixa. Solicitação individual pela internet. | 25 | R$ 129,82 |
| Total estimado · Cenário A | 5.519 a 5.794 | R$ 28.660 a 30.088 |
| Total estimado · Cenário B | 6.209 | R$ 32.242,72 |
| Excursão a Mamallapuram (opcional) Transporte e refeições. Dia 29 de dezembro. Não entra nos totais acima. | 149 | R$ 773,74 |
| Excursão a Tiruvannamalai (opcional) Transporte e refeições. Dia 30 de dezembro. Não entra nos totais acima. | 139 | R$ 721,81 |
O que a operadora entrega, e o que fica por sua conta.
O padrão, e a base de todos os valores desta página. A coordenação ajuda a formar as duplas entre quem vai sozinho
Dólares a mais, pela viagem inteira, para quarto individual: USD 710 no pacote e USD 615 no hotel de Adyar
Dólares a menos em quarto triplo. É pouco para dividir o quarto com mais alguém por vinte e uma noites, mas existe
Em números redondos: o quarto individual sai por cerca de R$ 6.900 a mais no total da viagem. No Cenário B, com hotel em Adyar, isso leva o valor por pessoa de R$ 32.243 para R$ 39.123.
Até quatro parcelas mensais, de setembro a dezembro, conforme a data de adesão
Sem sinal e sem taxa de reserva para manifestar interesse
O grupo se confirma ao alcançar vinte participantes
O pagamento é feito diretamente à Karwingz Holidays, por link individual enviado a cada participante, com recibo próprio. Aceita transferência internacional, cartão e plataformas digitais. As reservas de trens e voos internos exigem confirmação até o fim de setembro de 2026.
Como participar
Não há sinal nem taxa de reserva. Você manifesta interesse, conversa com a coordenação e só recebe o link de pagamento quando o grupo estiver formado.
Por WhatsApp ou e-mail, com a coordenação da viagem. Sem formulário e sem cadastro.
Tiramos todas as dúvidas e confirmamos seus dados. É o momento de perguntar tudo, sem pressa.
A coordenação encaminha à Karwingz a relação do grupo, com nome, e-mail e telefone de cada participante.
Você paga diretamente à Karwingz, em até quatro parcelas mensais, com recibo individual a cada pagamento.
Manifestar interesse não compromete você a nada. Serve para reservarmos sua vaga enquanto o grupo se forma — e para você tirar dúvidas com quem está organizando.
Marcia Rozenwald Coordenação da viagemO grupo se confirma ao alcançar 20 participantes, com limite de 35. As reservas de trens e voos internos exigem a relação final até o fim de setembro de 2026. Quanto antes você entrar, em mais parcelas consegue dividir.
Quem conduz
A Marcia acompanha o grupo do embarque ao retorno. O Otavio encontra todos em Adyar, na última etapa, e conduz as atividades dentro do campus. Em solo indiano, uma operadora que trabalha há dezoito anos no país cuida da logística, com guia local em todos os passeios.
Encontra o grupo em Adyar, na última etapa da viagem, e conduz tudo o que acontece dentro do campus: as visitas, as rodas de conversa e a participação na Convenção. É a parte que nenhuma operadora organiza, e que exige quem conheça a casa por dentro.
Acompanha o grupo do embarque ao retorno, e responde pela negociação com a operadora, pelas condições de pagamento e pelo contato com cada participante. É com ela que você fala, do primeiro interesse ao último dia da viagem.
Sediada em Chennai, com filial no Brasil, a Karwingz cuida de toda a logística em solo indiano: hotéis, transporte, guias, ingressos e carregadores. Uma das marcas da empresa é dedicada exclusivamente a viajantes acima de 50 anos, o que explica o cuidado com ritmo e acessibilidade em cada etapa do roteiro.
anos de operação no turismo na Índia
bases no país, em Chennai e Delhi
gerente de viagem acompanhando o grupo inteiro
Álbum
Estas fotos são de viagens que o Otavio fez à Índia ao longo dos anos, em algumas delas conduzindo grupos como este. Não são do roteiro de 2026 e não seguem ordem nenhuma. Estão aqui para dar uma ideia do que se encontra por lá, e de quem já andou por esses caminhos antes de convidar você.
Toque em qualquer foto para ampliar
Em janeiro de 2027, o álbum vai ter mais algumas.
Preparação
Nada aqui é complicado, mas quase tudo tem prazo. Vale começar agora, com calma, em vez de resolver tudo em novembro.
É exigido o Certificado Internacional de Vacinação emitido pela Anvisa, com a dose aplicada no mínimo dez dias antes do embarque. Acima dos 60 anos a vacina pede avaliação médica individual — converse com seu médico agora, não em novembro. O certificado é emitido gratuitamente pelo site do governo depois da vacinação.
Validade mínima de seis meses após a data de retorno, ou seja, válido pelo menos até julho de 2027. Precisa ter páginas em branco para os carimbos da imigração.
Se o seu vence antes disso, comece a renovação agora — o prazo varia conforme a agência.
Brasileiros precisam de visto para entrar na Índia. O e-Visa é solicitado pela internet e custa cerca de USD 25 na taxa oficial do governo indiano.
Existe um único site oficial, e é o do governo indiano: indianvisaonline.gov.in. Há muitos sites que imitam o oficial e cobram taxa por fora. O próprio governo indiano avisa que não autoriza intermediário nenhum a cobrar por e-Visa. Na dúvida, confira se o endereço termina em .gov.in antes de digitar qualquer dado.
Obrigatório, com cobertura médica mínima de USD 100 mil, incluindo internação e remoção de emergência. A escolha da seguradora é livre.
São 23 dias de viagem, o que cabe folgado no limite de trinta dias da maioria das apólices. O ponto de atenção é a idade: acima dos 70 anos o valor sobe bastante. Cote com duas ou três seguradoras e faça isso cedo.
Cada participante compra a sua, mas a coordenação indica um voo específico para que o grupo viaje junto e chegue a Delhi no mesmo horário.
Ethiopian Airlines, Guarulhos–Nova Delhi com escala em Addis Ababa. Ida em 15 de dezembro à 01h30, chegando a Delhi às 08h05 do dia 16. Volta em 6 de janeiro às 02h25, chegando a Guarulhos às 16h00 do mesmo dia.
Referência de R$ 9.098 (USD 1.752) em agosto de 2026. Compre com antecedência: o trecho encarece perto da data.
A coordenação acompanha cada participante nessa preparação. Em caso de dúvida sobre qualquer item, é só chamar.
Perguntas
Toque em cada pergunta para ver a resposta.
Para viajar, não. A viagem é aberta a qualquer pessoa interessada na cultura e na espiritualidade indiana. Boa parte do grupo tem ligação com a tradição teosófica, e o roteiro passa por Adyar e pela Convenção Internacional, mas não há exigência de vínculo com nenhuma instituição. A Convenção também pode ser acompanhada por qualquer um.
Há uma única exceção, e ela é importante: só membros da Sociedade Teosófica podem se hospedar dentro do campus de Adyar. É regra da própria instituição, não nossa. Quem não é membro fica no hotel próximo, que é o Cenário B da seção de investimento, e participa de tudo do mesmo jeito.
A viagem só se confirma com no mínimo vinte participantes, e o teto é de trinta e cinco.
Como não há sinal nem taxa de reserva, ninguém corre risco financeiro: você manifesta interesse e só recebe o link de pagamento da operadora depois que o grupo estiver formado. Se não fecharmos o número, nada foi pago e nada é devido.
Sim, muita gente vai sozinha. Os valores divulgados são para quarto duplo compartilhado, e a coordenação ajuda a formar as duplas entre quem não tem com quem dividir. Não custa nada a mais.
Quem prefere quarto só para si paga um suplemento de USD 1.325 pela viagem inteira — cerca de R$ 6.900. São USD 710 no pacote terrestre e USD 615 nas noites de Adyar.
Há ainda a opção de quarto triplo, que economiza USD 133 no total. É pouco para dividir o quarto com mais alguém por vinte e uma noites, mas a opção existe.
Não. Boa parte do grupo chega sem conhecer ninguém — isso é a regra, não a exceção. São vinte a trinta e cinco pessoas com a mesma disposição, e vinte e um dias juntos: as conversas acontecem sozinhas, nas refeições, nos deslocamentos, nas esperas.
A coordenação também ajuda a formar as duplas de quarto entre quem vai sozinho. A Marcia acompanha o grupo do embarque ao retorno, e em solo indiano há sempre o guia local e o gerente de viagem da operadora junto. Na última etapa, em Adyar, o Otavio se junta a todos. Ninguém fica por conta própria em lugar nenhum.
É a pergunta mais difícil desta lista, e não adianta fingir que não é. Quem tem filhos e netos vai sentir falta, e vale conversar em casa antes de decidir.
O que dá para dizer é que as duas datas não passam em branco. No dia 25 o grupo está em Varanasi, e há previsão de uma reunião para a celebração do Natal, com o local a ser definido durante a viagem. E a virada do ano é dentro do campus de Adyar, entre pessoas vindas de dezenas de países pelo mesmo motivo que você.
Sobre falar com quem ficou: todos os hotéis têm wi-fi, e a diferença de fuso é de oito horas e meia à frente. Meio-dia no Brasil é oito e meia da noite na Índia, o que costuma ser um bom horário para a chamada de vídeo da ceia.
O café da manhã está incluído em todas as diárias. Almoços e jantares são pagos individualmente — a estimativa é de cerca de USD 15 por dia, valor que já aparece na composição do investimento.
Recomendamos jantar nos restaurantes dos hotéis, onde o controle de higiene é rigoroso. Opções vegetarianas são garantidas em todos os locais, e o nível de pimenta é ajustado para o grupo.
Não. O grupo inteiro está inscrito e a Convenção é o ponto alto da viagem, mas ninguém é obrigado a assistir a tudo. São cinco dias de programação densa, da manhã à noite, e é natural que você escolha o que quer ver e descanse no resto do tempo.
O campus tem 105 hectares, a Biblioteca de Adyar, os templos e a Grande Figueira. Passar uma tarde ali em vez de numa palestra também é a viagem.
Agora, se alguém preferir não participar da Convenção, é bom saber: não existe programa alternativo do grupo nesses dias. Quem quiser fazer outra coisa combina direto com a operadora, por conta própria e com custo à parte.
A operadora não organiza nada dentro do campus da Sociedade Teosófica — hospedagem, refeições e inscrição na Convenção são tratadas diretamente com a instituição, e essa parte é coordenada por Otavio Marchesini.
Ficar dentro do campus é possível apenas para membros da Sociedade Teosófica, e mesmo assim o número de quartos é limitado e distribuído por ordem de inscrição. É uma regra da instituição, não nossa.
São três alojamentos, com preços diferentes: Acomodação Básica por USD 200, New Quadrangle por USD 300 e Leadbeater Chambers por USD 460 — todos já com a taxa de inscrição e as refeições, de 30 de dezembro a 5 de janeiro. Como o grupo chega antes e sai depois, somam-se três diárias extras a USD 20 a 25 cada. Quem escolhe é cada participante, no formulário de inscrição.
Por isso existem dois cenários. Quem não é membro, ou quem prefere mais conforto, fica em hotel próximo ao campus — nove noites, contratadas junto com o pacote, com o transporte diário até Adyar por conta de cada participante. A Convenção em si pode ser acompanhada por qualquer pessoa, membro ou não.
Não. O roteiro foi desenhado para o público sênior: uma atividade principal por dia, tardes livres, carregadores em todos os pontos e transporte com banheiro a bordo.
Ainda assim há embarque em barco nos ghats de Varanasi, um passeio de rickshaw pelos becos de Chandni Chowk, alguns trechos de estrada de três a quatro horas e três voos domésticos. Não exige preparo especial, apenas disposição para caminhar devagar e subir alguns degraus com apoio.
O ônibus tem banheiro a bordo, o que resolve a maior parte da preocupação com as estradas. A exceção é Varanasi, onde as ruas são estreitas demais para ônibus grande e o grupo se divide em veículos menores.
Os guias locais e o gerente de viagem que acompanha o grupo falam espanhol. A Marcia viaja com o grupo do embarque ao retorno e apoia na comunicação sempre que preciso.
As reservas de voos internos na Índia e os alojamentos em Adyar exigem a relação final do grupo com bastante antecedência, o que leva o prazo ao fim de setembro de 2026, ou seja, este mês. As inscrições da Convenção com hospedagem no campus fecham em 30 de novembro.
Quanto antes o grupo chegar a vinte pessoas, melhor para todos: é o número que reduz o valor do pacote em USD 200 por pessoa.
Há também um prazo que não é nosso, e ele já está correndo: as inscrições da Convenção abriram em 1º de setembro. Os alojamentos dentro do campus são distribuídos por ordem de inscrição e o número de quartos é pequeno. Quem é membro e quer dormir lá dentro precisa se inscrever agora, sem esperar o grupo fechar. O prazo formal vai até 30 de novembro, mas o próprio material da Convenção pede que se registre cedo, porque as vagas acabam antes.
E vale saber de uma coisa antes de decidir: quem pede alojamento no campus só é avisado se conseguiu até 15 de dezembro, por e-mail, que é justamente o dia do embarque. Quem não for contemplado tem o valor devolvido depois da Convenção e fica no hotel com o resto do grupo. É por isso que o Cenário B não é um plano ruim: ele não depende dessa fila.
E quanto antes você entrar, em mais parcelas consegue dividir. O pagamento vai de setembro a dezembro, então hoje são quatro vezes. Quem entrar em outubro divide o mesmo valor em três, e assim por diante.
O pacote terrestre é cotado em dólar e a operadora garante o valor acordado em USD. O que varia é a cotação do dólar — os valores em real nesta página usam a referência de R$ 5,19, a mesma da cotação da passagem aérea. Recomendamos prever uma margem de 5% a 10%.
Há um segundo fator: o tamanho do grupo. A partir de vinte participantes o pacote terrestre é USD 200 mais barato por pessoa. Abaixo disso, todo mundo paga a diferença.
A passagem aérea internacional é o item mais sujeito a variação, porque só se fixa na emissão. Por isso ela aparece separada na composição.
São duas, ambas durante os dias livres em Adyar. Mamallapuram, em 29 de dezembro, leva aos templos monolíticos à beira-mar, com 1.300 anos e reconhecidos pela UNESCO. Tiruvannamalai, em 30 de dezembro, vai ao ashram de Ramana Maharshi, aos pés da montanha sagrada de Arunachala.
Quem não for tem esses dias livres no campus. A decisão pode ser tomada depois — não precisa definir agora.
O seguro viagem é obrigatório justamente por isso, com cobertura médica mínima de USD 100 mil, incluindo internação e remoção de emergência. A operadora mapeia a rede hospitalar de apoio em cada cidade do roteiro antes da viagem.
O grupo tem um gerente de viagem acompanhando do começo ao fim, e a Marcia viaja junto do embarque ao retorno. O ritmo do roteiro também foi desenhado com isso em mente: uma atividade principal por dia, tardes livres e dois dias de folga reservados.
Vale saber de uma coisa com antecedência: a estrutura de saúde dentro do campus de Adyar é básica, para casos simples. Qualquer coisa mais séria é atendida em Chennai, que fica ao lado.
Enquanto o grupo não fecha, você pode desistir sem custo nenhum — não há sinal nem taxa de reserva. Manifestar interesse não gera compromisso financeiro.
Depois que a Karwingz emite o seu link e o pagamento começa, passam a valer as condições da operadora, que variam conforme quanto falta para a viagem. A Marcia trata isso caso a caso.
Se essa for uma preocupação de verdade para você, pergunte antes de entrar — é melhor saber a regra com calma agora do que descobrir depois.
O amanhecer no Ganges, com as lamparinas descendo pela água. O primeiro chá fumegando numa manhã fria de Delhi. O Langar do Bangla Sahib, onde todo mundo senta no chão e come lado a lado, sem distinção de ninguém. As experiências em Adyar.
Nada disso cabe numa fotografia. São vinte e um dias, num grupo pequeno, no ritmo de quem tem tempo. Você volta em janeiro com histórias que não acabam, e com gente que as viveu ao seu lado.
A Índia não se visita. Ela acontece com a gente e volta com a gente.
Quero participar Sem sinal, sem taxa e sem compromisso. Por enquanto é só uma conversa